22/05/2026
A tecnologia utilizada como instrumento de pesquisa e registro das descobertas infantis e o churrasco como ponte para o aprendizado.
A turma do Infantil 2 A, sob a regência das professoras Marineide e Monica, tem vivenciado momentos ricos em aprendizado e descobertas. Sob o título “Capivara: eu vi ou alguém inventou?”, o projeto da turma busca responder aos questionamentos das crianças sobre esse animal silvestre tão peculiar e fofo.
No último dia 19 de maio, às crianças visitaram a sala da coordenação para imprimir uma das páginas que irão compor o portfólio de investigações. A proposta teve como intencionalidade garantir o protagonismo infantil em todas as etapas do processo, além de alinhar-se às diretrizes da BNCC Computação, que preconiza a importância de proporcionar vivências reais com mídias digitais e dispositivos eletrônicos. Com a mediação da professora e da coordenadora, os pequenos participaram ativamente do processo: acionaram os comandos necessários e enviaram o texto coletivo para a impressora. Posteriormente, o material impresso ganhou o toque autoral das crianças por meio de desenhos que registraram a resposta a mais uma pergunta norteadora do projeto.
Somado a isso, a turma engajou-se em uma rica sequência didática sobre Alimentação Saudável, que culminou em um delicioso churrasco coletivo. A proposta nasceu da integração de diferentes saberes: partindo das reflexões do teatro de fantoches sobre educação financeira (realizado em parceria com o SICOOB), a professora Monica incentivou as crianças a pensarem sobre economia e cooperação no ambiente familiar. Intercalando essa vivência ao projeto de Educação Alimentar e Nutricional (EAN), em parceria com a SME — cujos eixos são “Comida de verdade na escola e para além dela” e “Resgate das tradições familiares” —, a turma vivenciou uma aprendizagem profundamente significativa.
Ao longo do projeto, as crianças exploraram jogos digitais, visitaram o depósito da escola (admirando-se com a quantidade de mantimentos estocados), degustaram uma salada de frutas e brincaram de mercadinho. Essa última atividade ampliou o repertório do faz de conta, permitindo que assumissem papéis sociais e explorassem a função dos números em contextos reais. Para o encerramento, os alunos realizaram pequenas tarefas em casa com o objetivo de poupar R$5,00. Em uma enriquecedora aula-passeio ao comércio local, a turma foi ao açougue realizar a compra dos espetinhos.
A culminância não poderia ser melhor: um churrasco que celebrou este momento tão presente na cultura brasileira, estreitando laços de amizade e demonstrando como a alimentação perpassa diferentes esferas sociais. Toda a sequência evidenciou que as crianças podem — e devem — ter um papel ativo em suas escolhas, compreendendo a responsabilidade e o prazer envolvidos em um dos atos mais vitais da nossa existência: o alimentar-se.
No último dia 19 de maio, às crianças visitaram a sala da coordenação para imprimir uma das páginas que irão compor o portfólio de investigações. A proposta teve como intencionalidade garantir o protagonismo infantil em todas as etapas do processo, além de alinhar-se às diretrizes da BNCC Computação, que preconiza a importância de proporcionar vivências reais com mídias digitais e dispositivos eletrônicos. Com a mediação da professora e da coordenadora, os pequenos participaram ativamente do processo: acionaram os comandos necessários e enviaram o texto coletivo para a impressora. Posteriormente, o material impresso ganhou o toque autoral das crianças por meio de desenhos que registraram a resposta a mais uma pergunta norteadora do projeto.
Somado a isso, a turma engajou-se em uma rica sequência didática sobre Alimentação Saudável, que culminou em um delicioso churrasco coletivo. A proposta nasceu da integração de diferentes saberes: partindo das reflexões do teatro de fantoches sobre educação financeira (realizado em parceria com o SICOOB), a professora Monica incentivou as crianças a pensarem sobre economia e cooperação no ambiente familiar. Intercalando essa vivência ao projeto de Educação Alimentar e Nutricional (EAN), em parceria com a SME — cujos eixos são “Comida de verdade na escola e para além dela” e “Resgate das tradições familiares” —, a turma vivenciou uma aprendizagem profundamente significativa.
Ao longo do projeto, as crianças exploraram jogos digitais, visitaram o depósito da escola (admirando-se com a quantidade de mantimentos estocados), degustaram uma salada de frutas e brincaram de mercadinho. Essa última atividade ampliou o repertório do faz de conta, permitindo que assumissem papéis sociais e explorassem a função dos números em contextos reais. Para o encerramento, os alunos realizaram pequenas tarefas em casa com o objetivo de poupar R$5,00. Em uma enriquecedora aula-passeio ao comércio local, a turma foi ao açougue realizar a compra dos espetinhos.
A culminância não poderia ser melhor: um churrasco que celebrou este momento tão presente na cultura brasileira, estreitando laços de amizade e demonstrando como a alimentação perpassa diferentes esferas sociais. Toda a sequência evidenciou que as crianças podem — e devem — ter um papel ativo em suas escolhas, compreendendo a responsabilidade e o prazer envolvidos em um dos atos mais vitais da nossa existência: o alimentar-se.




