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Marília recebe encontro do projeto “Territórios e Redes” para fortalecer proteção de crianças e adolescentes com deficiência
Quarta, 29/07/2026
SME
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Formação reuniu profissionais da Educação, Educação Especial, coordenação pedagógica e Assistência Social e Saúde para discutir violação de direitos e prevenção à violência
Marília foi sede, nesta terça-feira (dia 28), do 3º Encontro Formativo do projeto “Territórios e Redes: Deficiência, Autonomia e Prevenção à Violência”, iniciativa que busca fortalecer a rede de proteção e ampliar as ações de prevenção e enfrentamento às violações de direitos de crianças e adolescentes com Deficiência Intelectual.
O encontro, realizado no auditório da Univem, contou com a participação de profissionais que atuam em diferentes áreas da Rede Municipal de Ensino, entre eles, professores, profissionais da Educação Especial, coordenadores e representantes da Assistência Social de Marília. A proposta é aproximar os diferentes setores que atuam diretamente no atendimento, acompanhamento e proteção de crianças e adolescentes.
A programação foi composta por duas palestras voltadas a temas fundamentais para a atuação desses profissionais. A primeira, “Violação de direitos contra crianças e adolescentes com deficiência”, foi ministrada pela psicóloga Thaís Barreto e abordou situações de vulnerabilidade, formas de identificação de possíveis violações e a importância de uma atuação qualificada diante desses casos.
Na sequência, o profissional Rian Rocha conduziu a palestra “Prevenção à Violência”, ampliando a discussão sobre estratégias preventivas e sobre a responsabilidade compartilhada entre os diferentes serviços e profissionais que compõem a rede de proteção.
Formação para reconhecer, acolher e proteger
A realização do encontro ganha relevância diante da maior vulnerabilidade de crianças e adolescentes com deficiência às diferentes formas de violência. Nesse contexto, capacitar os profissionais que convivem e trabalham diretamente com esse público é uma importante estratégia para ampliar a capacidade de reconhecer sinais de possíveis violações de direitos e promover o acolhimento e o encaminhamento adequado de cada situação.
“No ambiente escolar, essa preparação assume papel ainda mais significativo. Professores, profissionais da Educação Especial, gestores e coordenadores mantêm contato diário com os estudantes e podem perceber alterações de comportamento, sinais físicos, emocionais ou sociais que indiquem situações de vulnerabilidade”, ressalta a secretária municipal da Educação, Rosemeire Frazon.
Ao mesmo tempo, a articulação com a Assistência Social e com os demais serviços da rede permite que essas situações sejam tratadas de maneira integrada, evitando ações isoladas e fortalecendo os mecanismos de proteção.
Instituto Jô Clemente e a defesa de direitos
O projeto é conduzido pelo Instituto Jô Clemente (IJC), Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos com uma trajetória de 65 anos dedicada à promoção da saúde, qualidade de vida, autonomia, inclusão e defesa dos direitos das pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Doenças Raras.
A atuação do Instituto é referência em diferentes áreas. Além da defesa de direitos das pessoas com deficiência, o IJC desenvolve e dissemina conhecimento, fomenta a Educação Inclusiva e a Inclusão Profissional, realiza pesquisas e ações de inovação e oferece apoio e orientação às famílias. A instituição também possui importante trajetória na área da saúde, sendo pioneira na realização do “Teste do Pezinho” no Brasil.
“Essa experiência contribui diretamente para a proposta do projeto Territórios e Redes, que leva conhecimento especializado aos municípios e, ao mesmo tempo, estimula o fortalecimento das estruturas locais responsáveis pela garantia dos direitos das crianças e adolescentes”, acrescenta a secretária da Educação.
Rede fortalecida em Marília
Mais do que transmitir conhecimentos, encontros como o realizado em Marília contribuem para aproximar os profissionais e fortalecer uma cultura de atuação em rede. Educação, Assistência Social e demais serviços de proteção possuem atribuições específicas, mas compartilham um objetivo comum: garantir que crianças e adolescentes tenham seus direitos respeitados e possam se desenvolver em ambientes seguros, inclusivos e livres de violência.
O projeto prevê quatro encontros formativos e um seminário em cada um dos 12 municípios paulistas participantes: Araçatuba, Bragança Paulista, Itapeva, Jaú, Lins, Marília, Piracicaba, Santa Cruz do Rio Pardo, São Carlos, São Sebastião, Taubaté e Valinhos.
Até dezembro de 2026, a iniciativa tem como meta capacitar 600 profissionais, preparando-os para identificar sinais de violência, qualificar o acolhimento, apoiar intervenções e realizar os encaminhamentos necessários diante de situações de violação de direitos.
De acordo com a Secretaria Municipal da Educação, o 3º Encontro do projeto “Territórios e Redes” reafirma uma premissa fundamental: a proteção de crianças e adolescentes com deficiência se torna mais efetiva quando conhecimento, sensibilidade e atuação integrada caminham juntos.
“Em Marília, a participação dos profissionais reforça o compromisso com uma Educação Inclusiva que ultrapassa os limites da sala de aula. Além de garantir aprendizagem e participação, incluir também significa acolher, reconhecer vulnerabilidades, prevenir violações e proteger”, conclui Rosemeire Frazon.
Fotos: Divulgação
Marília foi sede, nesta terça-feira (dia 28), do 3º Encontro Formativo do projeto “Territórios e Redes: Deficiência, Autonomia e Prevenção à Violência”, iniciativa que busca fortalecer a rede de proteção e ampliar as ações de prevenção e enfrentamento às violações de direitos de crianças e adolescentes com Deficiência Intelectual.
O encontro, realizado no auditório da Univem, contou com a participação de profissionais que atuam em diferentes áreas da Rede Municipal de Ensino, entre eles, professores, profissionais da Educação Especial, coordenadores e representantes da Assistência Social de Marília. A proposta é aproximar os diferentes setores que atuam diretamente no atendimento, acompanhamento e proteção de crianças e adolescentes.
A programação foi composta por duas palestras voltadas a temas fundamentais para a atuação desses profissionais. A primeira, “Violação de direitos contra crianças e adolescentes com deficiência”, foi ministrada pela psicóloga Thaís Barreto e abordou situações de vulnerabilidade, formas de identificação de possíveis violações e a importância de uma atuação qualificada diante desses casos.
Na sequência, o profissional Rian Rocha conduziu a palestra “Prevenção à Violência”, ampliando a discussão sobre estratégias preventivas e sobre a responsabilidade compartilhada entre os diferentes serviços e profissionais que compõem a rede de proteção.
Formação para reconhecer, acolher e proteger
A realização do encontro ganha relevância diante da maior vulnerabilidade de crianças e adolescentes com deficiência às diferentes formas de violência. Nesse contexto, capacitar os profissionais que convivem e trabalham diretamente com esse público é uma importante estratégia para ampliar a capacidade de reconhecer sinais de possíveis violações de direitos e promover o acolhimento e o encaminhamento adequado de cada situação.
“No ambiente escolar, essa preparação assume papel ainda mais significativo. Professores, profissionais da Educação Especial, gestores e coordenadores mantêm contato diário com os estudantes e podem perceber alterações de comportamento, sinais físicos, emocionais ou sociais que indiquem situações de vulnerabilidade”, ressalta a secretária municipal da Educação, Rosemeire Frazon.
Ao mesmo tempo, a articulação com a Assistência Social e com os demais serviços da rede permite que essas situações sejam tratadas de maneira integrada, evitando ações isoladas e fortalecendo os mecanismos de proteção.
Instituto Jô Clemente e a defesa de direitos
O projeto é conduzido pelo Instituto Jô Clemente (IJC), Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos com uma trajetória de 65 anos dedicada à promoção da saúde, qualidade de vida, autonomia, inclusão e defesa dos direitos das pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Doenças Raras.
A atuação do Instituto é referência em diferentes áreas. Além da defesa de direitos das pessoas com deficiência, o IJC desenvolve e dissemina conhecimento, fomenta a Educação Inclusiva e a Inclusão Profissional, realiza pesquisas e ações de inovação e oferece apoio e orientação às famílias. A instituição também possui importante trajetória na área da saúde, sendo pioneira na realização do “Teste do Pezinho” no Brasil.
“Essa experiência contribui diretamente para a proposta do projeto Territórios e Redes, que leva conhecimento especializado aos municípios e, ao mesmo tempo, estimula o fortalecimento das estruturas locais responsáveis pela garantia dos direitos das crianças e adolescentes”, acrescenta a secretária da Educação.
Rede fortalecida em Marília
Mais do que transmitir conhecimentos, encontros como o realizado em Marília contribuem para aproximar os profissionais e fortalecer uma cultura de atuação em rede. Educação, Assistência Social e demais serviços de proteção possuem atribuições específicas, mas compartilham um objetivo comum: garantir que crianças e adolescentes tenham seus direitos respeitados e possam se desenvolver em ambientes seguros, inclusivos e livres de violência.
O projeto prevê quatro encontros formativos e um seminário em cada um dos 12 municípios paulistas participantes: Araçatuba, Bragança Paulista, Itapeva, Jaú, Lins, Marília, Piracicaba, Santa Cruz do Rio Pardo, São Carlos, São Sebastião, Taubaté e Valinhos.
Até dezembro de 2026, a iniciativa tem como meta capacitar 600 profissionais, preparando-os para identificar sinais de violência, qualificar o acolhimento, apoiar intervenções e realizar os encaminhamentos necessários diante de situações de violação de direitos.
De acordo com a Secretaria Municipal da Educação, o 3º Encontro do projeto “Territórios e Redes” reafirma uma premissa fundamental: a proteção de crianças e adolescentes com deficiência se torna mais efetiva quando conhecimento, sensibilidade e atuação integrada caminham juntos.
“Em Marília, a participação dos profissionais reforça o compromisso com uma Educação Inclusiva que ultrapassa os limites da sala de aula. Além de garantir aprendizagem e participação, incluir também significa acolher, reconhecer vulnerabilidades, prevenir violações e proteger”, conclui Rosemeire Frazon.
Fotos: Divulgação
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